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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Ciência e Tecnologia e TA

Tecnologia e todos nós
Livros, filmes e reportagens em torno do tema “ciência e tecnologia” mostram quanto pode ser feito para melhorar vida de todos nós. É impressionante, inimaginável há poucas décadas, o que já é possível. Podemos afirmar isso com tranquilidade, pois vimos e usamos profissionalmente muito do que aparecia comercialmente e podíamos importar, quando as barreiras mais do que ingênuas deixavam entrar no Brasil apenas alguns equipamentos de ponta, e aprendemos muito viajando e participando de inúmeros treinamentos.
A visão do que a indústria mundial produzia era sensível em empresas que dependiam dela. A COPEL, por exemplo, foi uma empresa que viabilizou experiências operacionais concretas e fantásticas graças a alguns profissionais brilhantes de seus quadros, que souberam aproveitar de forma eficaz o que lhes era permitido usar.
Assim vimos, usamos e gostamos de tecnologia. Descobrimos e entendemos sua importância e hoje podemos afirmar que esse sistema energético interligado de sul a norte e leste a oeste do Brasil só é possível graças ao que desenvolveram em automação, telecomunicações, computadores, processamento de dados e muita matemática, informática, física, tecnologia de materiais etc. e bom gerenciamento das concessionárias interdependentes.
O Setor Elétrico Brasileiro foi uma tremenda escola, errando e acertando com brasileiros geniais.
Tudo isso nos autoriza a pensar em espraiar essa visão para outros setores.
O tempo passa e a idade vai transformando-nos em pessoas dependentes de próteses, remédios, exames etc. Muitos precisam de soluções tecnológicas bem antes, alguns desde o nascimento...
Estamos agora podendo usar o conhecimento técnico da Humanidade de outra forma, ou seja, viver um pouco mais com qualidade de vida. Percentualmente e em números absolutos os idosos surgem na condição de cidadãos atuantes (O número de idosos deverá aumentar no Brasil) se deixarem de ser vistos como simples diletantes da vida e se der a eles a oportunidade de realizar algo.
Nas empresas os deletérios PDVs (planos de Demissão Voluntária) parecem resumir tudo a contas medíocres de balanços mal feitos.
Percebemos que podemos prolongar nossa vida profissional, social e familiar se tivermos polos de pesquisa e desenvolvimento a favor dos idosos (não apenas para fazer remédios) e das pessoas com deficiência – PcD. O que se fizer a favor de um será útil ao outro, ainda que parcialmente.
Além dos ajustes urbanísticos, desenho universal, acessibilidade e inclusão, novos microprocessadores e computadores, tecnologia de materiais, servo mecanismos, miniaturização, próteses etc. certamente viabilizam soluções acessíveis e necessárias a milhões de brasileiros. A tecnologia pode, com certeza a menores custos finais, transformar pessoas hoje dependentes em seres independentes.  Isso ganha valor maior quando têm potencial de contribuir para o nosso povo em geral, no mínimo viabilizando maior autonomia.
Precisamos, contudo, de coordenação objetiva, inovadora, eficaz. Isso não acontecerá sem motivação social, econômica, técnica e política.
Carecemos de um ambiente industrial impulsionado por determinações políticas para esse mundo novo que vai do urbanismo a softwares de apoio a deficientes auditivos, visuais, intelectuais, físicos... e idosos.
Evidentemente impõe-se a evolução ética de nossa sociedade e novos paradigmas.
Nossa sensação é a de que estamos mudando para melhor. Os programas anunciados recentemente pelo Governo Federal dão essa esperança. Vamos torcer para não caírem na vala dos projetos contingenciados, limitados para conter a inflação...
Lamentavelmente o ser humano vive mais disposto a esforços egocêntricos do que comunitários. Temos muita teatralidade para resultados medíocres.
Vale a pergunta: por quê?
Uma explicação possível é a de que só assumimos causas que sentimos pessoalmente.
O aumento significativo da expectativa de vida é recente. Só nesses últimos tempos conseguimos viver mais e com a manutenção razoável de qualidades essenciais em sociedades com hábitos atléticos. Quem se enquadra nessa faixa de vida está descobrindo a importância de prestar atenção às PcD. A fragilidade da velhice pode nos deixar com deficiências graves.
Ou seja, famílias com pessoas com deficiência(s) e idosos dão mais importância ao que se pode fazer por eles. Com o crescimento dos idosos entre adultos e jovens a convivência poderá sutilmente mostrar que a Tecnologia está aí, de bandeja, só esperando para resolver situações difíceis.
Graças aos meios de comunicação, literatura, à Ciência e novos conceitos humanísticos temos esperança de uma evolução real, não podemos perder esse bonde...

Cascaes
28.12.2011
Freitas, E. d. (s.d.). O número de idosos deverá aumentar no Brasil. Fonte: Brasil Escola: http://www.brasilescola.com/brasil/o-numero-idosos-devera-aumentar-no-brasil.htm 


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Apresentação do Instituto SELI no II Encontro UNINTER de Empresas Conveniadas





Apresentação do Instituto SELI no II Encontro UNINTER de Empresas Conveniadas





terça-feira, 8 de novembro de 2011

CET- COMPANHIA DE ENGENHARIA DE TRAFEGO REALIZA O CURSO A DISTANCIA

Curso à Distância - inlcusão da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida na Educação para o Trânsito


Assunto: Curso à Distância - inlcusão da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida na Educação para o Trânsito




CET- COMPANHIA DE ENGENHARIA DE TRAFEGO REALIZA O CURSO A DISTANCIA NO PERIODO DE TRES SEMANAS
Inclusão da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida na Educação para o Trânsito
INSCRIÇÃO DEVE SER FEITA LINK NO FINAL DO INFORMATIVO

O curso tem como objetivo principal a conscientização da população no que diz respeito às pessoas com deficiência e o processo de inclusão delas na sociedade.
 
A quem se destina
 
- Educadores;
- Profissionais de ONGs;
- Cuidadores;
- Interessados no tema.
 
Aula 01 - Pessoas com deficiência: história e relacionamento
 
Objetivos: Conscientizar o público a respeito do contexto histórico da pessoa com deficiência e o relacionamento com elas.
 
- Contexto mundial e brasileiro das pessoas com deficiência;
- Dados brasileiros;
- Conhecendo cada deficiência - física, auditiva, visual, intelectual e múltipla.
 
Aula 02 - Direitos das pessoas com deficiência
 
Objetivos: Sensibilizar o público a respeito da importância da Convenção sobre os Direitos das pessoas com deficiência, bem como a importância e o conceito do Desenho Universal.
 
- Aspectos legais relevantes sobre a pessoa com deficiência;
- Convenção sobre os direitos da pessoa com deficiência;
- Acessibilidade - definição;
- Desenho Universal - conceito e princípio;
 
Aula 03 - Inclusão X Integração: o processo da pessoa com deficiência no Ensino Infantil e Fundamental
 
Objetivos: Apresentar ao público os processos de inclusão e integração e o processo de inclusão da pessoa com deficiência no Ensino Infantil e Fundamental.
 
- Inclusão e integração;
- Autonomia, independência e empoderamento;
- Alunos com deficiência no Ensino Infantil;
- Alunos com deficiência no Ensino Fundamental;
- Inclusão e exclusão.
 
Aula 04 - Circulação urbana da pessoa com deficiência
 
Objetivos: Apresentar ao público como se dá a circulação urbana da pessoa com deficiência.
 
- Circulação e mobilidade do pedestre;
- A cidade e a pessoa com deficiência e mobilidade reduzida;
- Cuidados na rua - dicas de segurança para a circulação urbana;
- A educação para o trânsito - ações direcionadas para a cidadania.
 
Mais informações e inscrição:
 
http://www.cetsp.com.br/consultas/educacao/ensino-a-distancia/publico-em-geral/inclusao-da-pessoa-com-deficiencia-e-mobilidade-reduzida-na-educacao-para-o-transito.aspx




O Bronca

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Hospital das Clínicas entregará aparelho auditivo de número 10 mil

http://www5.usp.br/hospital-das-clinicas-entregara-aparelho-auditivo-de-numero-10-mil/

Hospital das Clínicas entregará aparelho auditivo de número 10 mil
Publicado em Saúde por Redação em 4 de novembro de 2011 |

Na semana nacional de prevenção e combate a surdez, a Divisão de Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas (HC), da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), irá comemorar a reabilitação auditiva de 10 mil pacientes pelo Reouvir, programa que devolve diariamente às pessoas a alegria de se sentirem úteis.

As festividades irão acontecer na próxima terça-feira (8), às 10h30, no Centro de Convenções Rebouças. Já estão confirmadas as presenças da secretária de Estado dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, do secretário de Estado da Saúde, professor Giovanni Guido Cerri e da deputada federal Mara Gabrilli.

Uma saída para os altos custos dos aparelhos auditivos foi encontrada pela otorrinolaringologia do HC, com o desenvolvimento de projeto de prótese convencional genérica, patenteada e já em fabricação para a venda. O custo do aparelho deverá cair em 40%, com um plus para quem se tornar usuário.

Com informações da Assessoria de Imprensa do HC

domingo, 23 de outubro de 2011

Um espaço para TA que é a esperança de autonomia real

info.sedpcd@sp.gov.br para bcc: mim
mostrar detalhes 21 out (2 dias atrás)



Boletim nº 57 - EXTRAORDINÁRIO - Sexta-feira, 21 de outubro de 2011

A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência encaminha seu Boletim Informativo com o resumo das principais notícias relacionadas a inclusão e promoção dos direitos da pessoa com deficiência.

Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação acontece em SP, de 24 a 26/10


Encontro de Tecnologia e Inovação de 2010 A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo convida para o III Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência, que acontece entre os dias 24 a 26 de outubro, na capital paulista. O evento conta com Seminário e Exposição.

Confira, abaixo a programação.




PROGRAMA PRELIMINAR
(*Programação sujeita a mudanças.)


Segunda-feira 24 de Outubro


9h00 Painel FORTEC de inovação

Apresentar um panorama das pesquisas de universidades brasileiras no campo da tecnologia assistiva e discutir formas de estimular esta produção, aproximando-a das demandas objetivas da sociedade.

Oswaldo Massambani, Vice-Presidente, Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia, FORTEC. São Paulo, Brasil.
Eric Kors Vidsiunas, Diretor de Área para Ciências da Saúde, Diretoria Científica, FAPESP. São Paulo, Brasil.
Álvaro Guimarães de Almeida, Instituto Nacional de Tecnologia (INT).
Rafaela di Sabato Guerrante, Coordenadoria de Estudos e Programas, Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Rio de Janeiro, RJ.
Ruben Dario Sinisterra Millán, Presidente do FORTEC.
14h00 Abertura do Evento
15h00 As Redes Sociais no Contexto da Deficiência
De forma crescente, as redes sociais vêm permeando, pela internet, as relações humanas, servindo para distintos propósitos, como a informação, o lazer e o trabalho. Como e quanto essas comunidades virtuais podem contribuir em questões relativas à deficiência?

Reinaldo Pamponet Filho, Sócio fundador, Rede Itsnoon. São Paulo, Brasil.
Jairo Marques, Blogueiro e Jornalista, Folha de São Paulo. São Paulo, Brasil.
Rodrigo Lara Mesquita, Sócio fundador, Peabirus. São Paulo, Brasil.
Estuardo Robles,Desenvolvimento de Negócios para América Latina, ICanMakeItBetter. Austin, EUA..
Roberto Meize Agune, Coordenador, Grupo de Apoio Técnico à Inovação, Secretaria de Gestão Pública do Estado de São Paulo. São Paulo, Brasil.
Jose Antonio Juncà , Engenheiro da Socytec / Espanha.
17h00 Telecentros Inclusivos
A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo (SEDPcD) está criando uma grande rede de Telecentros Inclusivos, visando contribuir com a inclusão digital e a capacitação da pessoa com deficiência, bem como com a criação de um canal interativo de comunicação com a própria SEDPcD. Como devem ser e o que deve ser oferecido nessa futura rede.

José Avando Souza Sales, Diretor Geral, Associação Telecentro de Informação e Negócios. Brasília, Brasil.
Francisco Antonio Soeltl, Presidente, Micropower. São Caetano do Sul, Brasil.
Sandra Cristina Bertolotti Rocha, Gestora, CEDIS do Brasil. Socorro, Brasil.
Alcely Strutz Barroso, Gerente de Programas de Cidadania Corporativa para Expansão Regional, IBM Brasil. São Paulo, Brasil.
Felip Miralles, Chefe, Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Saúde, Centro de Tecnologia “Barcelona Digital”. Barcelona, Espanha.
Terça-Feira 25 de Outubro


9h00 Abertura Seminário
9h30 O Desenho Universal no Mundo
Criados para ampliar o conceito de acessibilidade, os princípios do Desenho Universal transcendem o universo da deficiência, contemplando outros públicos com capacidades e necessidades distintas do padrão. Em que medida a indústria brasileira tem absorvido esses princípios? Qual é o reflexo em seus produtos atuais e planos futuros?

Peter Blanck, Professor, Universidade de Syracuse, e Diretor, Instituto Burton Blatt. Syracuse, EUA.

10h00 Desenvolvimento de Produtos sob a Ótica do Desenho Universal
Discussão de propostas para aprimoramento dos métodos de desenvolvimento de produtos, visando à adoção de boas práticas de Desenho Universal.

Manuel Steidle, Diretor, Centro de Mecatrônica, Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI). Florianópolis, Brasil.

10h30 O Desenho Universal na Legislação Brasileira
O Brasil dispõe de um conjunto de leis e normas técnicas capazes de assegurar a qualidade dos processos de construção e fabricação visando à acessibilidade. Quais as dificuldades e desafios para a aplicação plena desse arcabouço legal?

Maria Beatriz Pestana Barbosa, Coordenadora, Comissão de Estudo de Acessibilidade em Comunicação, ABNT - Metrô de São Paulo. São Paulo, Brasil.

11h00 O Desenho Universal na Indústria Eletroeletrônica
Como o setor eletroeletrônico enxerga o Desenho Universal? Os comandos e interfaces estão mais acessíveis? O que esperar do reconhecimento de voz? Quais os limites da aplicação desses princípios na fabricação de produtos eletroeletrônicos?

Fernando Martins, Presidente, Intel do Brasil. São Paulo, Brasil.
Roberto Prado, Diretor de Competitividade, Microsoft do Brasil. São Paulo, Brasil.
Sérgio Borger, Diretor de Estratégia e Operações, Laboratório de Pesquisa, IBM Brasil. São Paulo, Brasil.
Peter Blanck, Professor, Universidade de Syracuse, e Diretor, Instituto Burton Blatt. Syracuse, EUA.
Felip Miralles, Chefe, Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Saúde, Centro de Tecnologia “Barcelona Digital”. Barcelona, Espanha.
14h00 O Desenho Universal na Indústria do Transporte
O acesso ao transporte, particularmente o de massa, é condição mais que necessária à inclusão social da pessoa com deficiência. Quais as novidades tecnológicas e de logística existentes?

Augusto Cardoso Fernandes, Engenheiro, Projeto Calçada Consciente. Goiânia, Brasil.
Carlos Cavenaghi, Diretor, Cavenaghi. São Paulo, Brasil.
Wagner Colombini Martins, Presidente, Logit Consultoria. São Paulo, Brasil.
Maria Beatriz Pestana Barbosa, Coordenadora, Comissão de Estudo de Acessibilidade em Comunicação, ABNT - Metrô de São Paulo. São Paulo, Brasil.
Carlos Castilho, Coordenador, Pós-Graduação em Design Automotivo, FAAP. São Paulo, Brasil.
16h00 O Desenho Universal na Indústria da Construção Civil
Acessibilidade arquitetônica e urbanística são elementos fundamentais no Desenho Universal. Quais são as principais normas sobre o tema? Quais as novidades na indústria da construção civil?

James Schmeling, Diretor Executivo, Comissão Global sobre Desenho Universal (GUDC). Syracuse, EUA.
Silvana Cambiaghi, Arquiteta, Comissão Permanente de Acessibilidade. São Paulo, Brasil.
Marcelo de Andrade Roméro, diretor e professor da FAU-USP.
Irene Borges Rizzo, Gerente de Desenvolvimento de Produtos, Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo. São Paulo, Brasil.
Jose Antonio Juncà , Engenheiro da Socytec / Espanha.
18h00 Relatório Mundial sobre a Deficiência - Realidade Global e Recomendações
Pela primeira vez em 40 anos, uma pesquisa internacional levantou o perfil das cerca de um bilhão de pessoas com deficiência no planeta e apresentou recomendações para melhorar sua qualidade de vida. O que o Brasil pode apreender dessas conclusões?

Linamara Rizzo Battistella, Secretária de Estado, Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, São Paulo, Brasil.
Ellis Ballard, Coordenador, Biblioteca Global sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, e Pesquisador Associado, Conselho Internacional sobre Deficiência dos Estados Unidos (USICD). Washington, EUA.
Silvia Bersanelli, Secretária Geral, Comissão Nacional Assessora para a Integração da Pessoa com Deficiência. Buenos Aires, Argentina.
Peter Blanck, Professor, Universidade de Syracuse, e Diretor, Instituto Burton Blatt. Syracuse, EUA.
Felip Miralles, Chefe, Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Saúde, Centro de Tecnologia “Barcelona Digital”. Barcelona, Espanha.
Juan Alberto Castillo, Pesquisador do Laboratório de Análise do Movimento, Universidade de Rosário. Bogotá, Colômbia.
Danilo Piaggesi, moderador, Fundação Rosseli Américas. Washington, EUA.

Quarta-Feira - 26 de Outubro




9h00 A Tecnologia Assistiva no Brasil e no Mundo
Qual a importância da Tecnologia Assistiva na inclusão da pessoa com deficiência? Quais as novidades do momento? O que esperar em inovação tecnológica para os próximos anos?
John Evanskeynote, Gerente, Centro de Acessibilidade e Habilidade Humana, IBM. Austin, EUA.


Arturo Forner Cordero, Chefe, Laboratório de Biomecatrônica, Escola Politécnica, Universidade de São Paulo. São Paulo, Brasil.
Maria Aparecida Ferreira de Mello, Presidente, Centro Interdisciplinar de Assistência e Pesquisa em Envelhecimento. Belo Horizonte,
Milton Oshiro, Coordenador, Laboratório de Bioengenharia, Instituto de Reabilitação “Rede Lucy Montoro”. São Paulo, Brasil. Brasil.
11h00 O Mercado Brasileiro de Tecnologia Assistiva
O mercado de Tecnologia Assistiva vem crescendo em todo o mundo, impulsionado pela inovação e pelas tecnologias da informação e comunicação. Quais as novidades no cenário internacional? O que o Brasil pode e deve importar? Qual o papel da indústria nacional?
Alexis Muñoz, Diretor, Centro Paulista de Tecnologia Assistiva, e Presidente, Associação Brasileira de Tecnologia
Wilson Zampini, Presidente, Otto Bock América Latina. São Paulo, Brasil.


Mônica Cavenaghi, Diretora Comercial, Cavenaghi. São Paulo, Brasil. Assistiva (ABTECA). São Paulo, Brasil.
Mara Servan, Diretora Comercial, Baxmann Jaguaribe. São Paulo, Brasil.
Maurício Broxado de França Teixeira, Gerente de Tecnologias Sociais, FINEP. Rio de Janeiro, Brasil.


14h00 O Desenho Universal no Ensino
Como a Tecnologia Assistiva pode contribuir para o ensino inclusivo? Qual o cenário atual no Brasil e no Estado de São Paulo? Como a inovação pode contribuir para aperfeiçoar os investimentos nesse setor?

Silvia Bersanelli, Secretária Geral, Comissão Nacional Assessora para a Integração da Pessoa com Deficiência. Buenos Aires, Argentina.
Vera Lúcia Cabral Costa, Programa Notebook do Professor, Secretaria de Estado da Educação de São Paulo. São Paulo, Brasil.
Chao Lung Wen, Chefe, Departamento de Telemedicina, Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo. São Paulo, Brasil.
Adriana Cybele Ferrari, Coordenadora, Unidade de Bibliotecas e Leitura, Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. São Paulo, Brasil.
Ellis Ballard, Coordenador, Biblioteca Global sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, e Pesquisador Associado, Conselho Internacional sobre Deficiência dos Estados Unidos (USICD). Washington, EUA.
15h30 O Desenho Universal no Trabalho
Como a Tecnologia Assistiva e as Ajudas Técnicas podem contribuir para inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho? Quais as maiores dificuldades encontradas atualmente pelas empresas?

Leandro Augusto do Amaral, Gestão da Diversidade, Deloitte Touche Tohmatsu. São Paulo, Brasil.
Regina Oliveira, Gerente Comercial, Dow Automotive Systems. São Paulo, Brasil.
João Baptista Cintra Ribas, Coordenador, Desenvolvimento Humano, Serasa Experian. São Paulo, Brasil.
Gisleine Martim Philot, Consultora Internacional em Tecnologia Assistiva, Expansão Laboratório de Tecnologia Terapêutica.
Juan Alberto Castillo Martinez, Pesquisador, Laboratório de Análise do Movimento, Universidade de Rosário. Bogotá, Colômbia.
17h00 O Desenho Universal no Lazer e no Entretenimento
Como a Tecnologia Assistiva tem contribuído para o desenvolvimento de atividades inclusivas de lazer e entretenimento? Por que a TV ainda não é inclusiva? Quais as principais experiências do país para garantir o acesso universal aos conteúdos de obras de arte e espaços de lazer?

Cláudia Cotes, Presidente, Vez da Voz. São Paulo, Brasil.
Lia Crespo, Assessora, Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, São Paulo, Brasil.
Amanda Tojal, Coordenadora de Acessibilidade, Pinacoteca do Estado de São Paulo. São Paulo, Brasil.
Carla Mauch, Coordenadora Geral, Mais Diferenças. São Paulo, Brasil.
19h00 Encerramento – Conclusões e Perspectivas
*Solicitar a adesão no credenciamento



Expediente
Boletim Informativo da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Edição Extraordinária
Governo do Estado de São Paulo
Secretária de Estado: Dra. Linamara Rizzo Battistella
Responsabilidade: Assessoria de Comunicação Institucional
Gestora: Maria Isabel da Silva
Emissão: Simone Nieves
Contato: (11) 5212.3701
Site: www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br
Redes Sociais:facebook.com/deficiencia.sp e twitter.com/deficienciasp

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Atenciosamente

Maria Isabel da Silva
Jornalista/Assessora Técnica de Gabinete
Gestora da Assessoria de Comunicação Institucional
Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br - (11) 5212-3701
misabelsilva@sp.gov.br / beljornalista@globo.com

Selo 30 anos: Ano Internacional das Pessoas Deficientes -AIPD
O caminho da inclusão passa pela informação

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Qualidade das aulas

entrevista do Profº Fernando Capovilla, sobre educação bilíngue.

Bom dia!
No link abaixo, excelente entrevista do Profº Fernando Capovilla, sobre educação bilíngue.

Abraço



Regiane de Cássia Ruivo Maturo
Responsabilidade Social - SESI
Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná
'Fone + 55(41) 3271- 9237  7Fax +55 (41) 3271- 9239
iSite:http://www.fiepr.org.br 

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Pesquisa e desenvolvimento a favor do idoso e da PcD – universidades especiais e polos de pesquisa dedicados

A inclusão, a mobilidade, a autonomia e segurança, conforto e dignidade de qualquer pessoa podem melhorar muito e isso é visível, no Brasil, nos shopping centers. Nesses locais, graças a interesses privados e cuidados maiores as pessoas se sentem dispostas a transitar, desfrutar suas facilidades e viver. Em nosso país são os únicos lugares que de norte a sul, leste a oeste, pode-se esperar algum respeito universal. Templos de consumo tornam-se modelos de cidadania.
Nossas cidades, contudo, precisam evoluir muito. Felizmente detalhes importantes começam a aparecer de forma positiva. Além das campanhas educacionais, extremamente importantes, em Curitiba, por exemplo, notamos que as calçadas novas ou em reforma aparecem cobertas de pisos adequados. Há muito a ser feito, contudo, e incomoda descobrir que o recapeamento de algumas ruas e avenidas cria degraus, valetas etc. sem respeito ao cidadão, seja ele idoso, PcD ou atleta. O que importa (prioridade) é aumentar a fluidez do tráfego. Afinal moramos num estado em que a segurança física foi desprezada.
Podemos muito, contudo, desde que a partir do ensino fundamental eduquemos os brasileiros a respeitar e amar o próximo. Aqui, mais uma vez, temos elementos de dispersão de atenção. Neuroses importadas ocuparam os espaços dos Direitos Humanos e até parece que somos algo a ser destruído, tal é a imagem que eventualmente deixam nas crianças a respeito da Humanidade.
Podemos muito, contudo, como afirmamos.
Graças à melhor Engenharia, Medicina, Urbanismo, Pedagogia etc., ciências que ganham mais e mais informações e teorias, lógicas e principalmente dados e soluções para o ser humano, é possível criar aprimoramentos e próteses que reduzam deficiências e até aumentem a capacidade natural física, intelectual, sensorial e qualquer combinação que imaginemos de nossos recursos de existência.
No passado isso seria ficção, agora aos poucos torna-se realidade e, num momento de crise econômica, aponta para um tremendo mercado de oportunidades. Se lembrarmos que o número de pessoas lesionadas aumenta por efeito da violência no trânsito e outras causas de acidentes, assim como o crescimento da expectativa de vida é uma realidade, onde milhões e milhões de pessoas, ano a ano, podem voltar a ser úteis, a serem integradas a suas atividades e, com certeza, com maior autonomia e segurança, poderemos entender o universo de oportunidades para cientistas, empreendedores, inovações e, acima de tudo, viabilizar a autonomia de quem se sente limitado por acidentes, doenças e outros problemas.
Precisamos, contudo, de centros de excelência. Nada pior do que diluir recursos. Algumas escolas técnicas e universidades poderiam criar laboratórios e cursos dedicados a pessoas com deficiência, idosas ou portadoras de doenças debilitantes. Laboratórios de verdade e não kits comprados pelo menor preço de mercado.
Aliás, no Brasil perdemos sensibilidade para o que é um laboratório. Parece que juntar meia dúzia de computadores basta para se dar ao local a pomposa denominação de “Laboratório”.
Trabalhamos durante muitos anos com equipamentos de laboratório e seus especialistas, aqui em Curitiba e até no Rio de Janeiro, isso a partir de uma base familiar na área eletrotécnica. Em viagens técnicas conhecemos centros de P&D fantásticos, como o da Siemens em Erlangen (1977). Assim aprendemos a ver e avaliar laboratórios. Aposentados, podemos gastar horas com programas científicos (televisão), descobrindo lugares de pesquisa e desenvolvimento fantásticos, e estudar um pouco mais.
O que notamos lembrando nossa experiência nacional? O Brasil parou a partir do início da década de oitenta do século passado. A crise econômica fez um tremendo estrago nos planos de desenvolvimento de nosso país. A leitura atenta do livro (Saga Brasileira, A longa luta de um povo por sua moeda, 2011) registra nas palavras de uma excelente jornalista as falhas dessa época e de anteriores, fatores de criação da implosão de um Brasil que parecia crescer de forma segura.
Agora é ir atrás do prejuízo e criar uma estrutura tecnológica capaz de revitalizar nosso país, apesar do risco de desperdício de dinheiro em teses românticas ou de pouca eficácia.
É bom insistir, repetir, gritar: precisamos de universidades especiais e polos de pesquisa e desenvolvimento de soluções a favor das pessoas com deficiência, dos idosos e outros carentes de próteses, remédios, sistemas e lógicas de acessibilidade, mobilidade, inclusão. Acima de tudo é fundamental procurar ambientes de P&D para aprimoramento da autonomia e segurança de todos.
Essa é uma tremenda oportunidade de negócios, de mercado de trabalho e de valorização de um país que deve muito a seus cidadãos. Quando, felizmente, constatamos que já temos algo em torno de dez por cento da população com mais de sessenta anos (Os idosos são hoje 14,5 milhões de pessoas, 8,6% da população total do País, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base no Censo 2000, podemos afirmar que compensa investir em PcDs e nas carências dos idosos.
O instituto considera idosas as pessoas com 60 anos ou mais, mesmo limite de idade considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para os países em desenvolvimento. Em uma década, o número de idosos no Brasil cresceu 17%, em 1991, ele correspondia a 7,3% da população.) temos como dimensionar um excelente público para a indústria e comércio de produtos e soluções, algo que poderá ser em parte um subproduto do que se fizer a favor da pessoa com deficiência (PcD), num volume aproximado a 15% do total de brasileiros.
O desafio é operacionalizar tudo isso num país mais e mais corporativo, burocrata, verborrágico e ineficaz. De que maneira aproximar e motivar a iniciativa privada de pesquisadores, cientistas, laboratórios (que não existem ainda) e o povo para termos soluções brasileiras?
Ainda não nos refizemos do impacto negativo da Reatech de 2011 (Cascaes, 2011 - Inspirado na Reatech 2007 ); quando lá fomos descobrimos uma feira que já foi boa de se visitar, parecia que estávamos numa feirinha de produtos importados e precária, ainda por luxo.
Com certeza temos competência e capacidade de mostrar muito mais, desde que valorizemos a ciência e a tecnologia a favor do aprimoramento da vida do ser humano.

Cascaes
5.10.2011
Cascaes, J. C. (s.d.). 2011 - Inspirado na Reatech 2007 . Fonte: 2011 - Inspirado na Reatech 2007 : http://inspiradonareatech2007.blogspot.com/
Cascaes, J. C. (s.d.). Conversando sobre a situação da PcD no mercado de trabalho. Fonte: 2011 - Inspirado na Reatech 2007: http://inspiradonareatech2007.blogspot.com/2011/04/conversando-sobre-situacao-da-pcd-no.html
Leitão, M. (2011). Saga Brasileira, A longa luta de um povo por sua moeda. Rio de Janeiro: Editora Record.

domingo, 2 de outubro de 2011

Sistema automático de tradução para a Língua Espanhola de Sinais

Primer sistema de traducción de voz a la Lengua de Signos Española

Investigadores de la UPM y la Fundación CNSE desarrollan el primer sistema automático para la traducción de voz a la lengua de signos española (LSE) facilitando a las personas sordas la realización de trámites con la Administración.

La Fundación CNSE (Confederación Estatal de Personas Sordas) y la Universidad Politécnica de Madrid han desarrollado el primer sistema de traducción de voz a la lengua de signos española. Este sistema es capaz de traducir las expresiones pronunciadas por los funcionarios de la Administración Pública cuando atienden a una persona sorda que desea renovar el permiso de conducir o el Documento Nacional de Identidad (DNI). Con este desarrollo se ha dado un paso muy importante en el camino de eliminar las barreras de comunicación que encuentran las personas sordas al realizar este tipo de trámites administrativos.

http://www.upm.es/portal/site/institucional/menuitem.fa77d63875fa4490b99bfa04dffb46a8/?vgnextoid=6a1c6a54097b3210VgnVCM10000009c7648aRCRD

Um exemplo para os brasileiros

Bristol University Centre for Deaf Studies opened in 1978 and was Europe's first academic institution to concentrate solely on research and education that aims to benefit the Deaf community. The majority of teaching staff on the programme are Deaf and all tutors sign. Students at the Centre for Deaf Studies in Bristol will study within a bilingual environment, with an emphasis on acquiring fluency in British Sign Language (BSL).

http://www.bris.ac.uk/deaf/english/about/

terça-feira, 27 de setembro de 2011

INTÉRPRETE PARA AMPARO

Subject: INTÉRPRETE PARA AMPARO
Prezados

Estamos necessitando com a máxima urgência de um intérprete de Libras para trabalhar em Amparo SP, a uma hora da capital, durante um ano, com vinte horas semanais. Peço que me ajudem a divulgar com urgência.

Agradeço a ajuda.

Abraços

Profª Leomar Marchesini
Coordenadora do SIANEE
Serviço de Inclusão e Atendimento aos Alunos com Necessidades Educacionais Especiais
41  2102-3372
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Grupo Educacional UNINTER
Unidade Tiradentes
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